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terça-feira, 15 de outubro de 2013

Lançamento - LAMPIÃO EM PAULO AFONSO de João de Sousa Lima


 LAMPIÃO EM PAULO AFONSO - NOVO LIVRO DO ESCRITOR JOÃO DE SOUSA LIMA


Próximo dia 20 será lançado o novo livro do escritor João de Sousa Lima.

O livro traça toda a trajetória de Lampião em Santo Antônio da Glória e nos municípios que hoje pertencem a Paulo Afonso. Tem a relação dos 47 cangaceiros e cangaceiras que saíram dessa região, incluindo os índios da tribo Pankararé.

    O livro poderá ser encontrado aqui

    
LAMPIÃO EM PAULO AFONSO - JOÃO DE SOUSA LIMA
O LIVRO CITA OS INDIOS PANKARARÉ QUE FORAM PARA O CANGAÇO
LAMPIÃO E MARIA BONITA EM HISTÓRIAS PASSADAS NA REGIÃO DE PAULO AFONSO
CORISCO- HISTÓRIAS ACONTECIDAS EM PAULO AFONSO.

domingo, 15 de setembro de 2013

Livro "Lampião, cangaço e cordel" será lançado no Cariri Cangaço 2013


A partir da próxima terça-feira, 17 de setembro, até o dia 22, estará acontecendo o maior evento sobre os tema Cangaço, nas cidades cearences de Juazeiro do Norte, Crato, Barbalha, Missão Velha, Porteiras, Barro e Aurora, o CARIRI CANGAÇO 2013, uma reunião dos grandes pesquisadores e escritores sobre os temas Cangaço, Coronelismo, Messianismo, Religiosidade, Massacres de Canudos, Caldeirão de Santa Cruz do Deserto, Movimentos Populares, entre outros, que estarão debatendo no decorrer dessa semana.

Também haverá, na programação do evento, uma solenidade em homenagem à um grande pesquisador e escritor, Alcino Alves Costa, que deixou um legado de livros e ensinamentos. Além de uma programação vasta, repleta de palestras, visitas técnicas aos lugares em que aconteceram fatos importantes da história, mesas redondas, o evento também proporcionará, no dia 21 de setembro, sábado, no Largo da RFFSA, Crato-CE, um grande evento de lançamento e relançamento de livros de autores que abordam os temas do evento.

Na oportunidade, o escritor e pesquisador Rubervânio Rubinho Lima estará lançando seu quinto e mais recente trabalho, o livro teórico "Lampião, cangaço e cordel", que traz uma abordagem sobre a representação do fenômeno do cangaço e de Lampião como elementos que caminham atrelados à história do cordel e da Xilogravura, em um paralelo ao processo de modernização da Literatura de Cordel, nos dias atuais, através do advento da internet, dos e-books e também dos sites de relacionamentos, sem perder a vitalidade das formas tradicionais de criação do cordel. Além disso, há uma tentativa de apontar a xilogravura como um elemento que, desde o seu surgimento até os dias atuais, além de engradecer os folhetos de cordel, tem assumido um lugar significativo no painel artístico mundial e servido, juntamente com os livretos de cordel, como um dos elementos que, até hoje, mitificam Lampião como um herói.


O livro é fruto de um trabalho de pesquisa sério e conta com o apoio de parceiros como o produtor visual Aderbal Nogueira, da Laser Videos Produções, do empresário e escritor Jadilson Ferraz, da Trupé Calçados (Jadilson Bin-Laden) e da SBEC - Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço, além de outras empresas que valorizam e incentivam a cultura. 

Parceiros apoiadores:






terça-feira, 25 de junho de 2013

lançamento do livro "Nordestes e nordestinidades"

Caros(as) amigos(as),

Saudações cangaceiras!

É com imenso prazer que convido para o lançamento do livro "Nordestes e nordestinidades" que ocorrerá no próximo dia 17 de julho, às 09:00h, no auditório da Universidade Federal de Campina Grande, campus de Cajazeiras – PB.

Abraços
Prof. Wescley Rodrigues


segunda-feira, 24 de junho de 2013

lançamento do livro com as conferências e palestras proferidas no II Congresso Nacional do Cangaço

Caros(as) amigos(as),

Saudações!

No próximo dia 17 de julho, no auditório da Universidade Federal de Campina Grande, campus de Cajazeiras (Centro de Formação de Professores – CFP), às 09:00h, será lançado o livro com as conferências e palestras proferidas no II Congresso Nacional do Cangaço que aconteceu em outubro de 2011 em Cajazeiras – PB.

Para quem não pode participar, essa é uma oportunidade de inteirar-se do que foi debatido.


Abraços

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Lançamento do livro Benjamin Abrahão entre Anjos e Cangaceiros do escritor Frederico Pernambucano de Mello




GECC (Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará) informa:
 
Lançamento do livro Benjamin Abrahão entre Anjos e Cangaceiros do escritor Frederico Pernambucano de Mello
Quinta-feira dia 12 de dezembro de 2012. 
 
Atenciosamente

Angelo Osmiro Barreto
Fortaleza-CE
 

segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Novo livro “Cangaceiros de Lampião de A a Z”, de Bismarck Martins


Segue um pouco do Prefacio, feito pelo querido sócio, o professor Pereira.



A História Nordestina é extraordinária. Está recheada de fatos marcantes, como a revolução Pernambucana em 1817; Confederação do Equador em 1824; Pedra Bonita em 1838; as ações humanitárias de Padre Ibiapina, na segunda metade do século XIX; a Guerra de Canudos em 1897; a Sedição de Juazeiro 1914; Caldeirão em 1936, entre outros. 

Dentro desse contexto histórico, insere-se o fenômeno do Cangaço e temas afins, em partes do interior de sete estados nordestinos: Paraíba, Pernambuco, Ceará, Rio Grande do Norte, Bahia, Sergipe e Alagoas, que apesar de ter se manifestado desde do final do século XVIII,com Cabeleira e início do século XIX, com Luca da Feira, apenas, a partir de meados do século XIX, com os grupos dos Guabirabas, Viriatos, Calandros e outros, é que se manifestou mais intensamente. Mas, foi com os grupos de Jesuíno Brilhante, Antônio Silvino, Sinhô Pereira e Lampião, que o cangaço se concretizou com todas as suas características. 
Recebi com alegria e satisfação, o convite e a confiança do pesquisador e escritor Bismarck Martins de Oliveira para prefaciar o seu livro “Cangaceiros de Lampião de A a Z”. Um trabalho extraordinário de pesquisa, garimpagem de informações, notas, datas, locais e localidades, dados genealógicos necessários à concretização e efetivações deste importante obra.


Francisco Pereira Lima
Professor e pesquisador  do cangaço
 Membro da Sociedade Brasileira de Estudos do Cangaço 


Título: Cangaceiros de LAMPIÃO  de A a Z
Total de Pág.: 308
Autor: Bismarck Martins de Oliveira
Lançamento: Dia 29/11/2012
Local : Sebo Cultural
Rua dos Tabajaras, 848 - Centro - João Pessoa - PB
Tel. 83 3222 4438(SEBO)

segunda-feira, 30 de julho de 2012

Lançamento do livro Cangaço uma ampla bibliografia

LANÇAMENTO AMANHÃ:


Encaminhamos aos sócios e amigos do GECC (Grupo de Estudos do Cangaço do Ceará) Convite para o lançamento do livro Cangaço uma ampla bibliografia.

Angelo Osmiro Barreto
Fortaleza-CE


Caros amigos,
Segue o convite para o lançamento do livro do Prof. Melquíades Pinto Paiva,  em Fortaleza.
Nossos agradecimentos.
Editora IMEPH


domingo, 23 de outubro de 2011

O livro de Gilmar Teixeira no Jornal do Commercio, PE



Nova luz sobre Delmiro Gouveia

Quase um século após o misterioso crime, pesquisador apresenta em livro versão inédita para a morte do homem que revolucionou a indústria no Nordeste


Delmiro lendo jornal em sua cadeira, tal qual quando foi morto

A pergunta atravessou décadas sem resposta. Entre silêncios e murmúrios, um crime sem solução, mais um, retrato de um país onde a injustiça é, muitas vezes, o único elemento indubitável. Mas o manto do mistério pode ter sido desvelado 94 anos depois. É o que garante o historiador baiano Gilmar Teixeira Santos, que mergulhou no intrigante crime e lançou à luz fatos ocultados pelas biografias anteriores. A investigação feita pelo pesquisador revela que o homicídio foi uma grande trama arquitetada por falsos amigos e rivais do homem que anteviu o Nordeste do futuro.


Os operários Róseo Morais do Nascimento e José Inácio Pia, conhecido como Jacaré, haviam sido demitidos de uma das fábricas de Delmiro duas semanas antes do crime. Pobres, foram presos e acabaram condenados pelo homicídio à pena máxima de 30 anos. Jacaré fugiu duas vezes da cadeia e foi morto em 1924 pelo coronel José Lucena, mesmo homem que matou o pai de Lampião. Róseo cumpriu 15 anos de pena, foi solto por bom comportamento e morreu de velhice em 1979. Em vida, nunca conseguiu se desfazer da pecha de assassino. Uma revisão processual, porém, inocentou a dupla mais de meio século depois, em 1983, após acreditar um álibi desprezado na época e segundo o qual ambos estavam em Sergipe no dia em que Delmiro foi eliminado. Enterrava-se ali, naquela absolvição póstuma, a principal versão sobre o crime.Outra hipótese difundida alardeava que o assassinato teria sido demandado pela Machine Cotton, empresa escocesa que havia perdido mercado com a ascensão da Companhia Agro-Fabril Mercantil, criada em 1914 por Delmiro Gouveia, a primeira na América do Sul a fabricar linhas para costura e fios para malharia. O que reforçou a possibilidade foi o fato de a Machine ter comprado a fábrica do empresário após sua morte e atirado todo o seu maquinário de um penhasco no Rio São Francisco.

“Todos os biógrafos compraram essas ideias ventiladas logo após o assassinato e ficaram repetindo isso. Ignoraram inclusive a revisão penal que inocentou antigos culpados. Na verdade, essas falsas versões foram difundidas pelos verdadeiros culpados para desviar o foco”, explica Teixeira, em entrevista por telefone ao Jornal do Commercio.

 Róseo Morais e José Inácio Pia, o "Jacaré"
Arquivo do autor não inclusa na matéria original 

O pesquisador começou a se debruçar sobre o crime sem resposta em 2008, quando realizava um documentário sobre a Usina Hidrelétrica de Angiquinho, na margem alagoana da cachoeira de Paulo Afonso, na Bahia, inaugurada por Delmiro em 1913 e que servia para fornecer energia elétrica à fábrica de linha do industrial e à vila erguida por ele na Pedra (AL), município hoje denominado Delmiro Gouveia, em homenagem ao cearense. O trabalho fora encomendado pela Fundação Delmiro Gouveia, que administra o sítio histórico.

Ao cascavilhar o acervo histórico sobre o personagem, Gilmar Teixeira encontrou informações até então ignoradas pela historiografia de Delmiro. Fotos, vídeos, cartas, inquéritos, livros, documentos, pertences e reportagens antigas de quatro revistas e 14 jornais, incluindo o Jornal do Commercio, com cerca de 30 matérias sobre o assunto. A pesquisa resultou no livro Quem matou Delmiro Gouveia?, Obra que leva o leitor de volta à cena do crime e ao jogo de interesses que levou à morte do pioneiro nordestino. Em 153 páginas, o autor garante ter descascado uma dúvida secular.

O mentor do homicídio seria o italiano Lionello Iona, sócio e administrador das empresas de Delmiro. Pouco antes de sua morte, o cearense fez um testamento que colocava Iona como tutor da herança de seus três filhos, até que eles completassem a maioridade. O europeu, que teria redigido o documento, estava enfurecido com a recusa de Delmiro à proposta de compra da fábrica de linhas feita pela Machine Cotton e estaria cansado das humilhações impostas pelo sócio. “Delmiro era um homem à frente do seu tempo, muito inteligente, mas não lia um documento. A família dele fez um escândalo na época, pois não aceitava que Iona ficasse como tutor. Noé, o filho mais velho de Delmiro, só conseguiu retomar o dinheiro aos 21 anos. Iona, então, voltou para a Itália rico. Foi tanto recurso desviado que o contador do italiano abriu um banco logo depois”, diz o historiador.

Lionello Iona, o sócio
A gana pela vantagem financeira, segundo ele, colocou o sócio como autor intelectual de um complô que envolveu cerca de dez pessoas, entre personagens influentes e cangaceiros. Teixeira cita como partícipe a influente família Torres, liderada pela baronesa Joana Vieira Sandes de Siqueira Torres, que se via ameaçada pelo poder econômico e crescente influência política de Delmiro. “Inclusive o juiz do caso era membro desta família e facilitou para que Róseo e Jacaré levassem a culpa em vez dos verdadeiros responsáveis”, afirma.

O político José Gomes de Sá teria entrado na trama pelo fato de o empresário apoiar seu maior inimigo, o coronel Aureliano Lero, que ganharia a eleição para prefeito de Jatobá de Tacaratu, atual Petrolândia. “Além disso, Zé Gomes trabalhava como fiscal de renda e foi delatado por Delmiro às autoridades por receber suborno”, observa Teixeira. Outro cúmplice seria o coronel José Rodrigues, de Piranhas (AL), latifundiário que se sentia desconfortável com a presença de Delmiro, o qual atuava também na pecuária e vendia produtos agrícolas a preços mais baixos que os convencionais.

Até Firmino Pereira, compadre de longa data de Delmiro Gouveia, é listado pelo biógrafo Gilmar Teixeira como um dos envolvidos no crime. A filha de capitão Firmino, como era conhecido na região, estaria difamada após ser seduzida por Delmiro em uma viagem ao Recife? Seu genro lhe dizia que só se casaria com a moça se o industrial fosse morto, e assim fez. De acordo com a versão do pesquisador, é Firmino, cunhado de Zé Gomes, quem contrata os cangaceiros que matarão seu amigo: Luís Padre e Sinhô Pereira, que foi o precursor de Lampião no cangaço.

Sinhô Pereira e o primo Luis Padre 

Dois outros homens teriam dado cobertura à dupla no dia do homicídio a mando de capitão Firmino. Seriam eles o fazendeiro Herculano Soares, que havia jurado vingança depois de apanhar do empresário no meio da rua, e seu cunhado Luiz dos Anjos. “Juntei as peças do quebra-cabeça. Delmiro tinha muitos inimigos. O sucesso dele incomodava muita gente. Havia um barril de pólvora pronto para explodir. Lionello Iona, seu sócio, só atiçou as outras pessoas. Foi ele quem arquitetou o plano. Existiam muitos interesses em jogo. Fizeram reuniões para definir como tudo seria”, explana o historiador.

Na noite de 10 de outubro de 1917, Delmiro Gouveia fez o que costumava fazer. Sentou-se no alpendre de seu chalé em Água Branca (AL) para ler jornal. Foi acertado por dois tiros: um no braço e o outro certeiro, no peito, varando o coração. Um terceiro disparo deixou na parede a marca da violência. Róseo e Jacaré haviam sido mandados pelos próprios mandantes do assassinato para Sergipe, sob a alegação de que fariam um serviço para o coronel Neco de Propriá. Ao chegar lá, o trabalho foi suspenso. Quando voltaram, ambos foram acusados do crime.

Chalé onde o industrial foi assassinado a tiros, em 10 de outubro de 1917 

Entre as mais de cem fotos pesquisadas por Teixeira, está uma de Luís Padre e Sinhô Pereira, tirada em 1917, na Vila da Pedra. “O que eles estavam fazendo lá?”, indaga. Numa entrevista em 1951, detalhada no livro, Róseo revelou a história de que foi chamado à mansão da família Torres poucos dias antes da morte de Delmiro e lá viu dois homens, chamados “Luís Pedro e Sebastião Pereira”, recebendo ordens. “Basta ligar os fatos para chegar aos nomes de Luís Padre e Sinhô Pereira como os executores de Delmiro”, assinala Teixeira, que diz não ser dono da verdade. Frisa que seu livro é, antes de tudo, uma interrogação a mais. Talvez um ponto final.
Edição de Segunda-Feira 17 de Outubro de 2011


Livro: Quem Matou Delmiro Gouveia?

Autor: Gilmar Teixeira
Edição do autor
152 págs.


Mercado Oxente - Conheça o livro Quem matou Delmiro Gouveia




Mercado Oxente

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Regionalismo Sertanejo, do sócio Rubinho Lima será lançado no Cariri cangaço 2011


Regionalismo Sertanejo, livro do escritor pauloafonsino Rubervânio Rubinho Lima, terá também presença no maior evento sobre cangaço e estudos culturais relacionados ao Nordeste, o CARIRI CANGAÇO 2011.
O livro conta com textos que percorrem por aspectos da literatura em que autores consagrados do período denominado como Regionalismo de 30 é vivido, além também de apontar que, mesmo muitos anos após esse movimento literário regionalista, alguns autores do presente também tratam das mesmas temáticas, o que aponta a resignificação de temas como coronelismo, seca, cangaço e muito mais.

Conheça um pouco sobre o livro e autor




Rubervânio Rubinho Lima é um jovem escritor pauloafonsino que acaba de lançar mais um livro. O primeiro foi “Conversas do Sertão”, uma coletânea de contos lançada em 2009. O título já indica a clara opção do escritor pelo regionalismo literário. Histórias do povo do sertão, sua fala, vestuário, medos, alimentação, tudo aquilo que chamamos de cor local. Agora Rubinho nos brinda com “Regionalismo sertanejo”, uma coletânea de quatro estudos sobre seu assunto preferido. A sequência dos livros deixa clara sua paixão pelo tema. O autor de literatura regionalista resolve estudar sua própria linha de trabalho.


Em pauta a atualidade da literatura regionalista, suas origens e alguns dos nomes mais conhecidos do estilo. O regionalismo surge como afirmação da região, de suas particularidades, em relação ao conjunto da nação. É uma das manifestações da literatura moderna. O auge do regionalismo na literatura se dá entre os anos 30 e 50. Graciliano Ramos, Jorge Amado e José Lins do Rego são alguns dos nomes mais conhecidos. Uma das características principais desta literatura é a denúncia dos problemas sociais da região: a seca, a fome, a sede, os desmandos das elites locais, além de temas como CANGAÇO, Coronelismo, etc, são revividos. Na visão de Rubinho a vigência destes flagelos sociais ainda nos dias de hoje provoca a atualidade deste tipo de literatura.


SINOPSE DO LIVRO

Estudos que percorrem por alguns aspectos ligados ao período do Regionalismo, iniciado no fim da década de 20 e início de 30. Essa literatura trouxe uma linguagem seca e ríspida, apontando um novo realismo, inspirado pelas primeiras obras a retratarem o sertão, a seca, o banditismo, o coronelismo, o messianismo, no período do Modernismo. Autores como Graciliano Ramos, Lins do Rego, Jorge Amado, José Américo de Almeida, Rachel de Queiroz, formam o elenco dos escritores que trataram das temáticas regionalistas, seguindo uma linha de realismo crítico e representando os problemas do Brasil daquela época. Além disso, também trata de autores atuais que, através do uso de temáticas abordadas no período do Regionalismo de 30, tais como Cangaço, seca, coronelismo, ressignificam essa literatura.

Fonte: conversasdosertão.com

Quem matou Delmiro Goveia será lançado no Cariri cangaço 2011

Terá sido desvendado um dos maiores mistérios policiais do século XX?

Por Clerisvaldo B. Chagas
(Adendos do Lampião Aceso)



A morte do coronel Delmiro da Cruz Gouveia, assassinado em 1917, causou comoção nacional. Um dos maiores empresários do Brasil, ao lado de Irineu Evangelista, o Barão de Mauá, passou a ser incluído e respeitado na história, sendo o precursor da energia elétrica no Nordeste, bem como de estrada de rodagem.

Dono de uma fábrica de linha nas brenhas da Pedra (hoje cidade de Delmiro Gouveia) tinha o seu produto concorrendo em escala mundial com os ingleses. Enriquecido pela segunda vez, com venda de couros e peles, Delmiro foi o primeiro homem em Alagoas a possuir automóvel. Sua morte foi um desastre para o Brasil, entrando numa polêmica sem fim e que só agora parece ser desvendada.

Vai ser lançado o livro “Quem matou Delmiro”, do historiador, pesquisador do cangaço e documentarista, de Feira de Santana, Bahia, Gilmar Teixeira.

Lampião conquista a Bahia - lançamento no Cariri cangaço 2011

Lampião conquista a Bahia


Apresentação
Por: Antonio Amaury

Nosso confrade Luiz Ruben F. de A. Bonfim, mais uma vez coloca ao alcance dos pesquisadores e pessoas interessadas em tomar conhecimento dos episódios ocorridos nos sertões da Bahia e nos estados limítrofes, nos tempos em que essa região era percorrida por Lampião e outros grupos cangaceiro, um rico e raro material que sua perseverança, paciência e grande força de vontade conseguiu colher e preservar.
Provavelmente essas fontes de informação não chegariam às mãos da maioria dos interessados, por serem de acesso restrito e também de difícil manuseio por se encontrarem muito castigadas pelo tempo e pelo fato de serem de material bastante frágil, visto serem destinadas a descarte diário: JORNAIS.
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